Tudo o que andeipor onde andei, eu quis:
fosse tudo
aquilo que sabia morto.
Aquilo fosse tudo
como se pudesse alguma coisa
tudo ser.
Como se tudo fosse
como aquilo tudo
que eu fingia entender
e ignorava a existência.
Como se fosse, a paciência,
arma maior que eu carregasse, enfim,
por onde andasse
ou detivesse algum sentido.
Aquilo que eu cantava
quando escurecia
parecia vagalume que cantasse,
que contasse alguma história
de alguma força maior
que fizesse vagalume cantar
e eu entender tudo isso
que a mim faz andar, pensar, ser cantor.
Poesia Angelo Vigo
Arte Lupin





























Candyland cada vez melhor.


















































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