Prelúdio

Tudo o que andei
por onde andei, eu quis:
fosse tudo
aquilo que sabia morto.
Aquilo fosse tudo
como se pudesse alguma coisa
tudo ser.
Como se tudo fosse
como aquilo tudo
que eu fingia entender
e ignorava a existência.
Como se fosse, a paciência,
arma maior que eu carregasse, enfim,
por onde andasse
ou detivesse algum sentido.
Aquilo que eu cantava
quando escurecia
parecia vagalume que cantasse,
que contasse alguma história
de alguma força maior
que fizesse vagalume cantar
e eu entender tudo isso
que a mim faz andar, pensar, ser cantor.
Poesia Angelo Vigo
Arte Lupin

Eu Não Vi Seu Coração

Quando fosse olhar o seu desenho,
bem podia imaginar aquilo que não tenho.
Você foi, pra mim, mais que tudo:
um romance quente sob as dobras do veludo.
Não sei como isso pôde acontecer:
logo eu, que andava sempre de raiban!
Mas o que eu fiz não tem perdão:
não vi seu coração!
E no pôr-do-sol eu procuro todos os sinais,
e é nada além de um céu escuro.
Todos os faróis, toda a claridade,
seja em você: luminosidade.
E eu sei que, disso tudo, nada aconteceu:
você querendo e eu, não vendo nada.
Mas o que eu fiz não tem perdão:
não vi seu coração!
Guarde sempre, então, na lembrança,
os momentos bons
(olhe que a maldade avança!).
Dentro de nós, tudo se consome
(não quero nem saber dos outros que lhe comem!).
E eu sei que, abandonado, agora taro:
você não vendo e eu, apaixonado.
Mas o que eu fiz não tem perdão:
não vi seu coração!
Poesia Angelo Vigo
Arte Lupin

Não-Canção

Queimei a folha de papel
no escuro
e vi o fogo azul em que se transformara aquele sonho
cheio de letras mal distribuídas,
porém arrancadas
do fundo secreto da alma,
que exponho a todo o instantea
o frio tribunal
da minha calma.
Condenei aquela folha clara
e o dia não vai nascer pra mim.
Negro pedaço de ilusão - já quase pó:
é mais uma canção
que ninguém vai cantar!
Poesia Angelo Vigo
Arte Lupin

Congelada

Estou triste.
não aguento mais olhar pro mundo
e ver o que eu vejo.
queria ser cega
ou saber fingir melhor que eu sou.
o mundo todo congela.
e o coração será publicado.
Poesia AnyZero FRAN
Arte Law Tissot

Doce Mundo

quando o mundo
começar a colapsar mesmo
vou roubar uma kombi
pegar a sara
e recolher
mais um monte de criança mal amada
e abandonada
saquear uma loja de doces
e irmos todos até o sol.
sempre até o sol.
Poesia AnyZero FRAN
Arte Yuri Hermuche

Musique Para As Massas

01) O que é o projeto Musique?
Musique é uma banda de eletrônico normal, sem nenhuma grande anomalia (risos)! Bem, talvez na cidade de Rio Grande a proposta trip-hop não seja muito difundida, portanto cabe aqui dizer que compomos uma música eletrônica densa e cheia de camadas, com batidas vagarosas para os padrões do eletrônico mais vulgarizado, que é a dance music. É inspirada na cena trip-hop de Bristol (Inglaterra), cujos representantes mais conhecidos são Massive Attack e Portishead. Musique vislumbra em sua arte lidar com a aura elegante, urbana e noturna de se fazer música. Em pouco tempo, estaremos finalizando e colocando nosso novo, ou quinto(!) álbum no HD Virtual de Música em Rio Grande.
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02) A nossa cena musical está - mesmo - longe demais das capitais e de todo o resto?
O material composto em Rio Grande tem qualidade. Se as bandas daqui fossem pertencentes às capitais provavelmente desbancassem as que atualmente desfrutam do espaço que os grandes centros oferecem.
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03) Como você vê esta tecnologia da informação a favor da arte?
A tecnologia está sendo usada com bons e maus fins. Em se tratando de divulgação, tornou-se tudo mais fácil, rápido e acessível. Bandas como o Musique podem compor e gravar em frente ao computador, sem gastos. Podemos colocar um video para apreciação mundial, sem passar pelo burocrático e limitante filtro das emissoras de TV. No entanto, a tecnologia consegue transformar uma foto ruim em uma foto boa, e isto acaba trazendo ao mercado muito material fraco que, com apenas alguns cliques de nossos mouses, ganha a notoriedade que deveria pertencer a reais talentos. Desta feita, vemos um número cada vez maior de artistas com ambos estética e talentos artificiais.
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04) Quais as possibilidades de uma banda atingir o "sucesso" estando no interior?
Ir para um grande centro, onde há as corretas estratégias para que isto aconteça. É preciso estar no lugar certo e na hora certa. O lugar certo é a cidade grande.
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05) Fale sobre a comunidade Imprensa Musical em Rio Grande:
'Imprensa Musical em Rio Grande' também é uma comunidade normal e sem maiores anomalias (risos)! É uma comunidade multi-função, que traz ao usuário novidades em lançamentos das bandas locais, nacionais e internacionais em primeiríssima mão. É a comunidade que posta as atualizações do HD Virtual de música local. Enquanto a 'Música em Rio Grande' busca sempre olhar para frente em termos de música local e eventos, a 'Imprensa' pensa na perenidade que deve ser cultivada aos nossos antigos talentos. É onde resenha-se eventos, CDs e DVDs locais, nacionais e internacionais. É um ponto de encontro dos sedentos por novidades musicais, ou por quem gosta de estar informado e atualizado acerca do mundo musical que nos rodeia (pessoalmente, acho isto de suma importância para qualquer músico). É organizada, pensada, ousada, criteriosa, profissional, e mal compreendida, assim como tudo que está a frente do seu tempo.
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06) Que projetos musicais rolam hoje pelo mundo que você acredita que vale a pena conhecermos?
Praticamente todos os dias no Imprensa, a gente posta novidades que estão saindo no mundo da música, citando seus estilos e países de origem. Basta que as pessoas procurem bandas no estilo que lhes convierem e façam suas próprias descobertas musicais. É assim, garimpando, que consigo conhecer coisas novas e cada vez mais abro minha mente para novas fusões e possibilidades.
Entretanto, cada aqui destacar bandas que são algumas atuais referências minhas:
Meshuggah (metal, Suécia) -> conhecidos por 'math metal', sua assinatura são os riffs em compassos fora dos padrões quaternários do rock. É bastante difícil e desafiador compreender onde são os acentos dos riffs deles, pois mudam de lugar constantemente.
Katatonia (alternative/metal, Suécia) -> são chamados de 'dark metal' e têm um dom único para melodia. A atmosfera das músicas é bem noturna, urbana e claustrofóbica; ainda assim muito acessível. Latente elegância e bom gosto nos arranjos.
Trend (alternative/rock, Rio Grande) -> uma banda muito difícil de conferir algum rótulo e apontar similaridades musicais. Conseguem soar incrivelmente refrescantes, embora estando fortemente calcados no alternative dos anos 90.
Them Crooked Vultures (rock/stoner/U.S.A.) -> possuindo Dave Grohl (Foo Fighters), Josh Homme (Queens Of The Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin), parece ser a melhor formação do rock dos últimos anos.
Porcupine Tree (progressivo/alternative/Inglaterra) -> banda que conseguiu tirar a aura de complexidade extrema do rock progressivo, trazendo um frescor alternativo ao mesmo. Ainda assim, sua musicalidade é riquíssima.
The 69 Eyes (hard rock/gothic/Finlândia) -> mesclando o AC/DC ao Sisters Of Mercy? Ou seria mesclando o The Mission ao Ramones? Seja como for, a banda sabe bem como ser soturna e festeira em doses equilibradas.
Finalmente, cabe dizer que 2009 foi um ano de consolidação dos grandes medalhões. Lançamentos bem sucedidos de Heaven And Hell (Black Sabbath), Pearl Jam, Alice In Chains, Creed, Rammstein, Paradise Lost, Chevelle, Slayer, Muse e Dream Theater não me deixam mentir.
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07) E nós aqui, neste underground, vamos morrer de sonhos ou de tédio?
Não vejo um porquê para sentirmos-nos vazios estando em Rio Grande. Temos acesso a todos os lançamentos do mundo musical. Temos acesso fácil e gratuito a 3 gigabytes e meio de música local no HD Virtual, que estão praticamente às moscas, como se fosse uma biblioteca sem leitores. Cultura abundante para músicos e público indiferentes.
Temos bastantes estúdios de qualidade. Temos muitos bons músicos. Sinto-me extremamente motivado por tudo isso. Em poucos meses sairá o novo disco do Musique (juntamente com nosso oitavo clipe oficial). Na sequência, virá o primeiro álbum da The Members. Além disto, demos início a uma banda nova chamada Outdate, que é um rock com vocais femininos. As novas tecnologias têm nos deixado preguiçosos e reclamões, mas a verdade é que nunca tivemos tantas possibilidades e ferramentas ao nosso alcance para nos preencher. Os eventos têm acontecido, os discos têm saído, e a gente precisa fazer nossa parte e nos dispormos a levantarmos a nossa barra pessoal de interesse e desenvolvimento.

Moonsong Turning Sara

Aquela mulher canta ao redor,
usando a voz do disco como alto-falante,
aquela mulher é coberta de muros
de praças estrangeiras
como se fosse escarras.
As rachaduras lhe partem dos olhos.
Ela comanda uma rádio como mensagem.
E quando ela fosse moça,
poderia ter sido tranqüila
ao lado do chafariz.
Mas,
como se aquilo fosse interdito,
nunca aconteceu.
Como se fosse trancado,
aquela mulher viaja
pelo mundo inteiro
sem nunca descer do balão.
Poesia AnyZero FRAN
Arte Law Tissot

Agora?

as vezes eu sinto
como se precisasse
começar uma outra vida.
uma
que usasse coisas
da vida de antes,
mas
pra virar outra coisa.
como fazer abajur
de cartas velhas.
tão isso que eu sou
e não há
mais lugar pra mim,
o que acontece agora?
Poesia AnyZero FRAN
Arte Rafael Vianna

José Genial Nogueira - Vida Longa Arte-Postal

José Nogueira é outro artista genial
da arte-postal.
Colagens, envelopes, convocatórias
e muitos projetos fundamentais.
Acima, mostras de coisas que ele posta no blog
e nos links que vão para suas ações.

Mestre Geraldo

Geraldo Roberto da Silva, mineiro, professor do Curso de Artes Visuais
da Universidade Federal do Rio Grande, ha mais de 3 décadas.
Um mestre no desenho e nas hachuras.
Hoje ele se aventura no teatro, como diretor do Grupo Cenico
O Flato do Gato.
Mais sobre desenhos dele, siga o blog que sempre está atualizado.




O Resto Não Interessa

Blade Runner. Cidade do futuro.
Andróides, ruas de neon, desumanização em ação.
Noite eterna, chuva radioativa, carros voadores, desolação.
Um épico cinematográfico do Movimento Cyberpunk.
Sobre Blade Runner e todo o resto da lista de filmes, música, bandas,
performances, literatura, atitudes, ativismo hacker,
cyber-terrorismo, ultratecnologia da informação e controle militar,
filosofia e tendências pós-modernas só pode estar aqui: Cyberpunk Review.
O resto é ficção científica...

Cada Vez Melhor

Candyland cada vez melhor.

Junim

Junim publicou a HQ Ankh Video,
com roteiro do Jaum, na primeira edição da Peiote.
Agora podemos acompanhar sua
arte pelo blog Willie Caolho.

Moonsong To Departures

enquanto tu me levava ao ponto de partida,
que era um táxi nos dois olhando pra frente,
com o jeito mais triste,
nós dois,
mas fingindo acreditar que não é nada e passa.
(até casar não sara)
eu apertando tua mão
e apequenando os passos
à medida que se chegava
- eu em pânico quase querendo gritar
NÃO ME LEVA LÁ EU NÃO QUERO.
não me deixa ir embora.
(como se fosse uma operação dentística com anestesia geral,
eu SEI que vou morrer se for embora)
mas não se morre disso.
nos beijamos pela janela do carro e fui.
deixei damascos sob o teu travesseiro.
o caminho tinha sol forte e vento.
meu corpo não sabia a temperatura.
penso em dar a meia volta,
volver a sala e desembarcar em ti
e não chorar
e não sufocar
e só te abraçar
e não explicar nada
e rir até amanhã.
E amanhã seria o mesmo de hoje.
deixei damascos sob o teu travesseiro
porque te beijo.
Não sei de que me serve gostar tanto.
Poesia Any Zero FRAN
Arte Lupin

Moonsong For A Deep Breath

assumirás num domingo
e será dia comercial,
recapitularás pós açoite
e será cruel
como carne sobre a tábua de salvação
como madeira
que não incha.
retornarás
antes da madrugada ser
um vulto afoito.
Poesia Any Zero FRAN
Arte Lupin

Moonsongs Can Be Silent


nos falamos como surdos;
dentre o barulho,
atravessando espaços com sinais.
o que soa é um desperdício de boca,
nos falamos como surdos,
sem estardalhaço.
gritamos sem bagunça aos vizinhos,
só pra lascar corpos de cristal.
nos falamos como surdos,
atentando mais ao gesto do que a mentira.
no escuro,
nos entendemos de perto.
o tato como dicionário.
Poesia Any Zero FRAN
Arte Lupin

Moonsong With Doves In The Left Hand

é como um outro passaro feito daquele.
mas é menor.
cantar igual a partitura mas engolir algumas notas
tem o parimento de um ovo pequeno
que se quebra numa estação
e parte na outra
é ir embora com penas
é comer pouco e muito.
eu sempre achei que era macio,
mesmo sem ter garantia nenhuma.
que me salvava sem seguro.
eu choro como um tipo de pombo.
me tornando um asco manchado da praça.
um bando em solo.
catando pipoca com doença.
Poesia Any Zero FRAN
Arte Lupin

Moonsong For Spelling

sonho com golfinhos num porão em amsterdã
onde perdi minha malas.
traduza o rato.
eu fui despejada do barco
e carregava um violino nas costas, como sol.
eu passeava nas mãos que levavam os filhos
e não andava,
as ruas me atravessavam
só por que os taxistas tinham nojo de me atropelar,
eu explicava os intrincados rituais estéticos
masculinos
na cultura pós-moderno
e merecia meu jantar.
sonho com golfinhos,
o lugar era baixo
e eu sabia que eles machucavam a cabeça ao pular
e na água tinha pimenta
perdera minha mala.
eu sabia falar a língua deles
mas não adiantava.
eles entravam mudos e eu calava.
Poesia Any Zero FRAN
Arte Lupin

Quadrante Sul - Número 4

Só pela arte do mestre Julio Shimamoto já vale.
Sem falar, ainda, na importância da união e resitência
dos quadrinhistas nacionais. No caso, mais uma iniciativa
diretamente do sul.

Hiperespaço Zine

Um importante fanzine brasileiro dos anos 80,
o Hiperespaço começou em edições de poucas páginas reproduzido em xerox
com muitos artigos sobre cinema, quadrinhos, modelismo
e divulgação de outros zines, bem no espirito daquela época.
José Carlos Neves um dos editores do zine é até hoje um
grande entusiasta que luta pela propagação do genero ficção cientifica
em nosso território.
Grande saudade do Hiperespaço.

Mutant Hunt: Delicia Classe Z

O estúdio de filmes B, Empire, do produtor Charles Band
ficou na memória pela sua capacidade descarada de lançar no mercado
um monte de títulos copiados dos blockbusters.
Além dos cartazes diferentes de um mesmo filme,
de acordo com os caprichos dos distribuidores,
como Mutant Hunt, que também foi lançado como Robot Killer
...ou Maximum Thrust!
.
A história (se é que existe uma) promete um formidável cyborg
criado para exterminar seres humanos com seu aterrorizante braço mutante.
Mas o que você vai ter, mesmo,
são efeitos especiais mais rudimentares do cinema, desde 1930.
Em vez de um espetacular filme de ação e ficção cientifica,
você vai assistir apenas a escaramuças em armazéns abandonados.
.
O filme traz a marca da indescritível dupla Tim Kincaid,
diretor e sua esposa Cynthia De Paula, produtora executiva.
Este casal infernal, funciona como uma sub-empreiteira
das produções mais infames de Charles Band.
São provavelmente os responsáveis pela maioria dos filmes
norte-americanos de classe Z, que invadiu o mercado de VHS nos anos 1980.
.
O resultado dos seus esforços muitas vezes é bastante fascinante:
ficamos atordoados com tanta miséria financeira e incompetência artística,
combinada com uma busca desesperada de realizar um espetáculo cinematográfico!
.
A maioria das cenas foram filmadas em vários lugares abandonados,
grosseiramente disfarçados como apartamentos,
escritórios ou laboratórios ultra-secretos.
O cenografista, ou seja lá quem for que ocupou este lugar na equipe,
insiste em nos convencer que estamos numa cidade do futuro.
.
Mas a única certeza que podemos ter é que Mutant Hunt
(ou Robot Killer, ou qualquer outro título, não esqueça!)
faz parte de uma suspeita lista de filmes Z, quase amadores.
Produções grosseiramente estúpidas e petrificantes,
como aqueles filmes experimentais de Andy Wharhol,
misturado com o hard rock dos anos oitenta.
Mas é por isso que o filme se torna uma deliciosa obra cult.
Para paladares muito particulares, como nós do Setor 8, suponho.
Título original: Mutant Hunt
Direção: Tim Kincaid
Estados Unidos, 1987
Elenco:
Rick Gianasi
Mary Fahey
Ron Reynaldi
Stormy Spill
Duração: 75 minutos
Postagem Law Tissot

Viajante Jaum - Capítulo 3

Arte Jaum

Fotolog Do Lorde Lobo: Super-Heróis Nacionais

Quadrinhos de super-heróis,
produtores, produções e mercado nacional.
Informações, debates e divulgações,
tudo isso no fotolog do Lorde Lobo.

Mundo Mario

Mario Labate Santiago foi um produtor intenso de fanzines
e histórias em quadrinhos há mais de 20 anos.
Hoje o cara atua mais como DJ, mas manda bem em muitos
desenhos inspirados em rock-horror, com citações diretas ao
The Cramps e Two Witches... ou pin-ups apetitosas!
Também mantém este agradável blog: Muamba Escaneada

A Arte Imita O Sith

Tudo isso por culpa deste filme
Star Wars, 1977.

Gosto De Artz

Monstra Cultura Pop

Convocação Cães De Guerra: Mad Max 4

As primeiras
imagens dos veículos
do - suposto - Mad Max 4.
Depois de 30 anos parece
que teremos mesmo
um novo episódio
em 2012.
A pré-produção começou
e a direção e roteiro
ainda estão
nas mãos do criador,
o australiano George Miller.
.
Tenha medo da
Terra Devastada!
Os Cães de Guerra
gritam
VINGANÇA!
Postagem Law Tissot